Remédios caseiros para Colesterol- Tratamento natural

Na digestão das gorduras, os agentes emulsificantes desempenham o papel de separar as gorduras do restante do conteúdo intestinal. Estes agentes compreendem, além do colesterol, ácidos graxas, monoglicerídeos, lecitina, proteínas e sais biliares. Nesse artigo falaremos daremos dicas de Remédios caseiros para Colesterol.

Formadas as emulsões, segue-se a fase catalítica, acionada por enzimas específicas, as lipases. A etapa imediata denomino-se micelcsr, em que as micelas mediam a absorção dos lipídios antes de se desmancharem.

Os sais biliares e o colesterol são em grande parte reabsorvidos, e os que não são absorvidos, cerca de 500 mg diários, são eliminados nas fezes. A parte reaproveitada é transportada ao fígado pela veia porta e reintegrada à bile hepática.

Descobertas recentes mostram que este ciclo, denominado entero-hepático, pode ser sensivelmente alterado pelo teor fibroso da dieta.
Se você ingere mais fibra através de cereais integrais, frutas e vegetais, o corpo elimina pelas fezes maior quantidade de colesterol. O fígado requisita, então, do sangue, mais colesterol, para recompor a bile. E assim que ele diminui na circulação.

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Colesterol – culpado?

Acerca do envolvimento do colesterol com as doenças ateroscleróticas cardiovasculares, principal causa de morte na atualidade, já houve muita polêmica, principalmente nos décadas de 70 e 80. Em 1984 lia-se o seguinte sobre o assunto:
“Este ano começou com a advertência final dada pelo Governo Federal acerca dos resultados do mais extenso e caro projeto de pesquisa da história da Medicina.

O objeto de estudo foi o colesterol, substância de cor amarelada, vital, embora perigosa, cujos níveis na circulação são diretamente afetados pela riqueza da dieta.

Ninguém que levar tais resultados a sério poderá ser capaz de olhar para um ovo ou um bife da mesma forma que antes.

E isto porque o estudo, após dez anos, num custo de 150 milhões de dólares, promete produzir profundo impacto no modo como os americanos se alimentam e cuidam da saúde.

Entre as conclusões:

As doenças cardíacas estão diretamente ligados ao nível de colesterol no sangue. A diminuição destes níveis reduz apreciavelmente a incidência de ataques cardíacos fatais. Basil Rifkind, diretor do estudo, acredita que a pesquisa ‘indica claramente que, quanto menos gordura e colesterol em suo dieta, menor será o risco de sofrer uma moléstia cardíaca.”

Você precisa fazer alguma coisa

Muitos agem com indiferença diante de advertências como essa, sobre o colesterol. Continuam fumando e ingerindo muita gordura, sem se preocupar com as consequências.

Certa vez, numa conferência, um dos médicos assistentes disse-me, a respeito da atitude das pessoas em relação a esse assunto, algo de que nunca me esqueci:

“A maioria só começa o se preocupar com prevenção depois que tem um infarto, ou quando vai para uma (JTI.” Reflita: Como você tem tratado sua saúde? Como vai sua alimentação? Pratica exercícios físicos? E obeso? Fuma? Dependendo das suas respostas, é preciso fazer, quanto antes, alguma coisa. Mude, antes que um acidente vascular transtorne completamente sua vida.

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Não são poucas as pesquisas sobre o colesterol. Já contamos com número respeitável de estudos sobre a matéria, realizados por cientistas famosos e renomados órgãos de pesquisa governamentais e privados.

As conclusões sustentam um denominador comum:

  • Os níveis de colesterol circulante realmente estão ligados às doenças
    cardíacas de fundo aterosclerótico: se estes níveis são altos, os riscos aumentam significativamente. Se os níveis são baixos, os riscos tendem a diminuir.
  • A dieta, entre outros fatores, pode influir decisivamente no comportamento do colesterol e lipoproteínas plasmáticas.
  • O consumo de dietas ricas em amido e fibra de fontes vegetais encontra-se largamente associado a um baixo nível de colesterol no sangue. Vários povos, cujas dietas se baseiam em cereais, legumes e vegetais, apresentam colesterol baixo. Por outro lado, a relação entre gordura animal e colesterol circulante é clara. Há evidências de que a proteína animal seja também um importante fator de aumento da colesterolemia.
  • O nível sanguíneo de colesterol é em grande parte determinado pela natureza da gordura consumida.
    O vegetarianismo e o colesterol.
  • Em estudos sobre dieta e colesterol os vegetarianos apresentaram níveis de colesterol mais baixos que a população-controle, respeitados parâmetros como idade e sexo.

Entre as muitas pesquisas, gostaríamos de citar as realizadas em Boston e Tennessee, em que não só o colesterol, mas a glicemia, os triglicerídios e os transportadores de lipídios exibiram valores saudavelmente baixos nos vegetarianos.
A dieta vegetariana, desde que não inclua muito ovo e laticínios, é reduzida em gordura saturada e apresenta uma razão p/s adequada (ácidos graxos polinsaturados em relação aos saturados).

A razão p/s da dieta vegetariana, no estudo, foi de 1,9, contrastando frontalmente com o valor de 0,4 da dieta do grupo-controle, considerado impróprio.

As lipoproteínas plasmáticas mostram-se abaixo dos níveis usuais em populações que praticam dietas predominantemente vegetarianas, o que representa importante fator de prevenção para as doenças cardíacas.

Dietas ricas em cereais, legumes e verduras estão consistentemente associadas a baixa incidência de doença cardiovascular.

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Menos produtos animais na alimentação

Como o colesterol é sintetizado em tecidos animais, o consumo liberal de carne e outros produtos de origem animal pelo homem constitui, inegavelmente, o principal fator dietético responsável pelo aumento do colesterol no sangue.

O aumento da aterosclerose vascular encontra-se associado à abundante ingestão de colesterol através de alimentos de origem animal.

Os vegetarianos, logicamente, encontram-se relativamente protegidos contra este risco, a não ser que ingiram muito ovo, ou produtos ricos em gordura saturada como manteiga, leite, creme, queijo etc.
E consenso entre as instituições mundiais de saúde, privadas e governamentais, que a ingestão de colesterol precisa ser diminuída visando a prevenção das doenças cardíacas. Isto implica, necessariamente, a diminuição do consumo de produtos de origem animal, especialmente carnes gordas, gorduras sólidas e laticínios.

Relação direta

Durante a primeira metade do século posado o preocupante aumento da incidência de doenças cardiovasculares correu paralelo ao aumento do consumo de colesterol e gorduras animais. Em 1964 esta tendência firmemente crescente estacionou, começando a declinar em 1968.
Diretamente relacionado, o consumo de colesterol acompanhou a taxa de mortalidade por doença coronária. Quando aumenta o consumo de gordura, aumenta a taxa de mortalidade. Ao diminuir o consumo de gordura, a mortalidade também diminui!

Caseína e colesterol

Estudos mostram que a caseína, proteína láctea abundante no queijo, aumenta o colesterol sangüíneo quan-
do comparecia com as proteínas da soja e do trigo. O consumo exagerado de laticínios, especialmente manteiga, creme e queijos gordos, é contra-indicado.

Prevenção ao seu alcance

Estudos epidemiológicos constataram que populações cujas dietas são ricas em fibra exibem concentrações sanguíneas de colesterol saudavelmente mais baixas. Doenças de tenebrosa incidência, como o infarto do miocárdio, são virtualmente desconhecidas por muitos destes povos.
Já pensou no significado disso? Uma vida sem o fantasma da doença vascular! Quantos milionários investiriam toda a sua idolatrada fortuna para se curarem de sequelas, muitas vezes irreversíveis, de doenças vasculares que poderiam ter evitado! Que ônus representa essa enfermidade para os cofres públicos. Que ônus social! E tudo isso poderia ser evitado mediante reeducação de hábitos.

Limites recomendados

A “dieta prudente” da Associação Americana de Cardiologia aconselha que nunca se deveria ingerir mais do que 300mg/dia de colesterol. A dieta americana comum, rica em carnes gordas, embutidos e ovos, facilmente ultrapassa 500mg/dia, e, não raro, 800mg/dia.
Outros pesquisadores do assunto, entretanto, aconselham limites máximos mais baixos para a ingestão de colesterol, como 200 ou lOOmg/dia.

Muitas populações sadias não ingerem mais que 1 OOmg/dia de colesterol. Cremos que o limite de 300mg/dia pode ser excessivo. A tendência atual é baixar o limite sugerido.

Estas são as melhores recomendações, não só para diminuir o colesterol no sangue, mas para reduzir o risco cardiovascular correlato, segundo as pesquisas mais credenciadas e atuais:

  • Evitar carnes, especialmente as gordas.
  • Usar no máximo três ou quatro ovos cozidos por semana. E necessário computar os ovos que entram nas diversas preparações culinárias. O colesterol está na gema.
  • O uso de banha, manteiga, gordura vegetal hidrogenada, margarina, gordura de coco e outras gorduras sólidas é desaconselhável. Substituir as frituras por preparações assadas e cozidas.
  • Usar frutas e vegetais em abundância.
  • Substituir as farinhas e os cereais beneficiados pelos integrais (pão, arroz, macarrão integral etc.).
  • Substituir o açúcar pelo mel. Evitar doces e guloseimas.
  • O uso de sal deve ser moderado.
  • Além das mudanças dietéticas aconselha-se praticar exercícios físicos orientados, abolir o fumo e o álcool, e controlar o estresse.
  • Pesquisas recentes relacionam níveis plasmáticos elevados de homocisteína, um aminoácido, com o risco de doença cardíaca.

Para diminuir esse risco, recomendam-se doses extras de ácido fálico, vitamina B. e vitamina B12.

  • Usar liberalmente a alcachofra e tomar o chá das folhas.
  • Usar liberalmente alho cru em saladas, e óleo de alho, disponível em cápsulas.
  • Usar liberalmente cebola (crua e cozida, não frita).
  • Usar liberalmente espinafre.
  • Usar liberalmente berinjela na alimentação, menos na forma frita. Tomar o suco diluído de berinjela em jejum, ou deixá-la de molho, picada; coar e tomar o líquido.
  • Comer todos os dias duas ou três cenouras cruas antes do almoço.
  • Passar alguns dias de cada mês com dieta exclusiva de abacaxi, ou substituir algumas refeições por esta fruta, se não houver hiperacidez gástrica.
  • Incluir copiosamente ameixa fresca na alimentação.
  • Usar maçã todos os dias.
  • Fazer esporadicamente refeições exclusivas de tangerina.
  • Usar, em lugar do óleo de sola, azeite de oliva ou óleo de caroço de uva, com moderação, obtenível em casas de produtos naturais, ou importado da Argentina.

É especialmente recomendada a sete-sangrias. Não especificamente, como depurativos, “limpadores do metabolismo”, podem-se usar: dente-de-leão, tanchagem, mil-em-rama e chapéu-de-couro.

Pode-se misturar sete-sangrias com dente-de-leão (ou mil-em-rama) e tomar duas ou três xícaras ao dia (com limão).

Depois de uma semana, tanchagem e sete-sangrias (duas ou três xícaras ao dia, com limão). Na terceira semana, chapéu-de-couro com sete-sangrias (duas ou três xícaras ao dia, com limão).

Na quarta semana, repetir a dosagem da primeira e assim sucessivamente por três ou quatro meses. Os naturistas recomendam este tratamento para prevenir e tratar a aterosclerose.

Nesse artigo falamos de Remédios caseiros para Colesterol.

Imagem- angrytrainerfitness

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1 Comment

  1. Essa é uma ótima iniciativa! Com os medicamentos cada vez mais caros, precisamos de algo assim para conter a inflação. Ultimamente eu tenho recorrido ao cadastro em laboratórios e farmácias. Um dos que eu mais uso é o plano de fidelidade da Pfizer e eu recomendo muito. Vou deixar o link aqui para quem tiver interesse http://www.maispfizer.com.br

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