Remédio Caseiro para Malária- Tratamento Natural

A malária é uma parasitose que “sobe enganar”. O paciente tem um violento acesso febril, que possa tão rápido como veio. Sente-se melhor, vai trabalhar, imaginando que o pior já passou. Dois ou três dias depois, cai de cama com novo acesso. Quando descobre que seu mal é malária, e depois de certo tempo considera-se curado, não é incomum que dentro de alguns meses comece a “novela” outra vez. Ou podem transcorrer anos entre um ataque e outro. Daí ser importante certificar-se de que a malária não foi “mal curada”. Nesse artigo falaremos sobre Remédio Caseiro para Malária- Tratamento Natural.

Também chamada maleita, febre palustre, paludismo, impaludismo, febre terçã (porque se repete a cada três dias, mais ou menos), a malária é uma das doenças infecciosas mais importantes do mundo tropical. Já foi um flagelo da humanidade.

Ainda não se sabe ao certo o número de vítimas anuais no Brasil, pela falta de controle estatístico e mesmo porque muitos pacientes, residentes em locais remotos, não passam por serviços regulares de saúde. Mas sabe-se que centenas de milhares de pessoas contraem a doença ano após ano.

E transmitida por um mosquito anofelino, que, ao picar, inocula um protozoário, o Plasmodium. Há três tipos básicos de malária, causados por três tipos diferentes de P!asmodium: 1? vivax, P ma!arie e E? faiciparum.

Sintomas

A febre, que vem forte e com notável regularidade, é o sintoma típico. Os primeiros sintomas podem ser de caráter geral e inespecífico, como dor de cabeça, mal-estar, indisposição. Os acessos febris ocorrem a intervalos regulares de 24 a 72 horas, conforme o tipo de plasmódio. A febre é alta, e chega a 400 C. Começa com calafrios. Os cobertores não dão conta do “frio” que acomete o doente, que bate os queixos de tanto tremer.

Depois de mais ou menos uma hora, começa uma sensação intensa de calor, acompanhada de muita sede e seguida de transpiração, trazendo grande alívio. O mal, que na maioria das vezes não é, então, identificado como malária, parece “curado”. O paciente volta a trabalhar, sentindo-se apenas um pouco fraco. Dois ou três dias depois, a febre volta a atacar.

A regularidade dos acessos é uma das principais características da malária: o paciente, depois de algum tempo, sabe exatamente quando vai ficar mal, e já se recolhe.

Os plasmódios causadores de malária invadem e destroem os glóbulos vermelhos (eritrócitos). Remanescem no sangue destroços dos glóbulos vermelhos destruídos, que contêm um pigmento escuro, o pigmento malárico (hemozoína).

O ciclo decorrente da invasão dos eritrócitos até seu rompimento e liberação de vários plasmódios, que parasitam novos eritrócitos, está relacionado ao ciclo de sintomas febris. Ocorre aumento de fígado e baço – uma tentativa do corpo de neutralizar o combate dos plasmódios com suas próprias defesas.

Como há destruição de glóbulos vermelhos, o paciente fica anêmico. E essa anemia pode ser grave. Todos os demais sintomas costumam resultar da anemia: palidez, fadiga, desânimo, palpitações, falta de ar.

No caso da malária provocada pelo Plasmodium falciparum, os glóbulos vermelhos ficam “grudentos”. Pode, portanto, ocorrer embolia, entupimento de vasos e morte de tecidos. Quando isso acontece no cérebro, aparecem fortes dores de cabeça, vômitos, perturbações nos sentidos, rigidez de nuca, sonolência e excitação. Podem ocorrer delírio, convulsões e coma. O estado do paciente é grave. O povo chama a febre produzida pelo P falciparum de terçã maligna.

O parasita é capaz de produzir grande desequilíbrio nutricional, pois além de ocasionar anemia por destruição de hemópticas, leva à perda de vários nutrientes, como ácido para-amino-benzoico, metionina, riboflavina, fosfatos, carboidratos e vitamina C. A anemia do P falcíparum é mais intensa.

Em crianças, o 1? maiarei produz deposição do complexo antígeno-anticorpo ao longo dos capilares dos glomérulos renais, causando nefrose grave.

Doenças como anemia falciforme, talassemia e certas disfunções enzimáticas impedem o desenvolvimento do plasmódio. Os pacientes dessas doenças não contraem malária.

A malária pode se cronificar. O parasito mantém baixo nível de atividade durante anos, convivendo, aparentemente, de modo pacífico com o hospedeiro. Dali a anos, a doença volta a atacar. Podem decorrer até 40 anos entre um ataque e outro! Também é possível ocorrer recaídas com intervalos de um, dois, três meses, ou de anos.

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Prevenção

O combate ao mosquito transmissor (Anopheles) é uma das principais medidas profiláticas. Em regiões endêmicas sugere-se aplicar repelentes na pele, dormir com mosquiteiros, pôr telas nas janelas. Particularmente os doentes precisam ser protegidos contra novas picadas, pois passam para o mosquito formas infectantes que contaminarão outras pessoas.

A preservação do equilíbrio ecológico de uma região é importante para evitar infestação por mosquitos.
Só se deve apelar ao uso de inseticidas em último caso, dado seu perigoso potencial tóxico.
Especialmente em locais onde há brejo, pântano ou água parada, o mosquito se prolifera.

Tratamento convencional

É importante verificar quanto antes o tipo de malária, para se escolher o tratamento adequado.
O tratamento convencional baseia-se em derivados da quinina (droga antiga, ainda usada): cloroquina, amodiaquina, catoquina, plasmo quina, primaquina, pirimetamina, paludrinci, proguanil, fansidar. A escolha do medicamento leva em conta o paciente e o tipo de infecção, e deve ser feita por um médico.

• O tratamento natural, que não anula a necessidade de aplicar o tratamento convencional, tem por objetivo manter a resistência imunitária do doente nas melhores condições possíveis. Deve-se adotar dieta totalmente saudável e nutritiva. Durante a febre, tomar abundantemente suco de fruta e outros líquidos.

• A casca-de-anta é uma das plantas tradicionalmente mais indicadas, pelo seu efeito antitérmico e tonificante. Ferver duas colheres, das de sopa, das cascas picadas em 600 ml de água, filtrar, e tomar de três a quatro xícaras diárias.

• O suco de limão é também sugerido no tratamento da malária. Pode-se tomar água com limão e dez gotas de própolis a 30%, quatro ou cinco vezes ao dia.

• No norte do Brasil, indica-se tradicionalmente o chá composto de raiz de açaí, casca de paracaúba e casca de ouriço (ou casca da árvore da castanha-do-pará). Os doentes de malária na Amazônia misturam essas cascas e tomam o chá em lugar da água. A dosagem tradicional é duas colheres, das de sopa, em cada 600 ml de água. Ferver e filtrar.

• Recomenda-se manter o intestino desimpedido, para que não se criem embaraços ao grande esforço do organismo em debelar a doença. Em caso de prisão de ventre, é útil o uso de laxantes naturais como a ameixa. Aplicar compressas diárias de duas horas de argila sobre o abdome.

Nesse artigo falamos sobre Remédio Caseiro para Malária- Tratamento Natural.

Imagem- jornalatribuna

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