Remédio caseiro para Pedra nos Rins | Tratamento Natural

Quem já teve, afirma não haver nada comparável. A dor do cálculo renal dobra o mais valente até às lágrimas. Aqui abordamos as melhores medidas preventivas conhecidas e remédios caseiros para pedra nos rins . O tratamento natural e também, muito útil na prevenção de recidivas.

Na fase aguda, em que a dor é lancinante, recomendamos buscar auxílio médico. O cálculo que se elimina deve ser guardado para posterior análise. Conhecendo-se sua composição, torna-se mais fácil traçar a linha de tratamento. Quando há sangue na urina, é particularmente importante proceder a uma avaliação médica minuciosa.
Cálculos muito grandes podem configurar urgências e exigir tratamentos especiais, não invasivos, como a terapia do laser e do ultra-som.

Qual a causa do cálculo renal?

A maior parte dos cálculos urinários provém da precipitação de sais de oxalato de cálcio, ou outros compostos de cálcio. Há também cálculos formados de ácido úrico.

A princípio formam-se pequenas pedras, que, com o tempo, vão aumentando, podendo assumir proporções enormes, às vezes com partes pontiagudas, que laceram os tecidos, provocando dores lancinantes e propiciando infecções.

O desconforto é extremo quando os cálculos se movem através dos canais. Pode haver sangramento, que se manifesta por meio de coloração avermelhada da urina (hematúria).

Os cálculos favorecem a ocorrência de infecções urinárias por germes, como Proteus e Klebsielta. Essas bactérias, por outro lado, produzem certas substâncias, a saber, um líquido viscoso extracelulcir, polissacarídios e urease, que predispõem à formação de cálculos.

O cálcio é uma das principais matérias-primas do cálculo. Sua ingestão precisa ser limitada. Especial cuidado se deve ter em relação aos laticínios: leite, iogurte, queijo, biscoitos, produtos que contenham leite etc.

Carnes, chocolate e amendoim

Carnes, chocolate e amendoim também fornecem substratos para os cálculos. Verduras e frutas que contêm oxalatos normalmente não fazem mal, se tudo estiver “correndo nos trilhos”. Mas quando o problema aparece ou há visível tendência, é bom evitar o consumo de feijão, acelga, tomate e espinafre. Diminuir também a ingestão de beterraba, aipo, pimenta verde, salsa, morango e uva.
Uma das melhores e mais simples recomendações preventivas é aumentar a ingestão de líquidos, como sucos naturais e água, mas evitar refrigerantes e refrescos artificiais.

Excesso de proteína

O excesso de proteína na dieta é outro fator de calculose renal. A proteína exige, no metabolismo, aumento do fornecimento de cálcio. Resultado: maior propensão a cálculos. Também sobem no sangue o ácido úrico e o fósforo. A dieta vegetariana adequadamente balanceada, é, por esse motivo, benéfica. Além disso, pode dar cãibras.

O sal precisa ser usado com moderação. Evitar produtos em salmoura, embutidos, carne-seca, conservas etc. A maioria das pessoas usa excesso de sal achando que o usa em quantidades normais.

Muita vitamina D

Muita vitamina D é também fator de perigo, pois eleva o cálcio no corpo. Todo cuidado é pouco com “suplementos” vitamínicos que se tomam hoje a três por dois. Muitos estão ingerindo excesso de cálcio e vitamina D por conta desses medicamentos. Excesso de vitamina C (mais que 39 diários) poderia aumentar o aporte de ácido oxálico e o risco de nefrolitíase, na opinião de alguns estudiosos. Mas é difícil ingerir tanta vitamina C através da alimentação normal. Isso só acontece com suplementoções.

Quem tem tendência a cálculos deve regularmente substituir uma refeição por melancia ou melão, ou passar um dia com essas frutas, de vez em quando.

Suplementos de magnésio, piridoxina e vitamina

A vitamina A mantém a integridade dos epitélios, fortalecendo os túbulos renais. Recomenda-se o uso diário de pelo menos um copo pequeno de suco de cenoura.

O magnésio pode ser usado em acréscimo à dieta normal, juntamente com a vitamina B. (piridoxina), lá que contrabalança o efeito do cálcio no metabolismo. Boa fonte de magnésio é a clareia, que pode ser usada na dose de 6 comprimidos diários, preventivamente.
Doses devem ser estabelecidas por um médico.

A importância do exercício físico

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Para prevenir, o exercício físico é fundamental, pois ajuda a fixar cálcio
Os suplementos são úteis em muitos casos, mas a indicação e a dosagem individual devem ser estabelecidas por um profissional especializado.

Pessoas inativas, que passam o dia sentadas, certamente apresentarão maior possibilidade de desenvolverem cálculos nos rins por excesso de cálcio circulante. Recomenda-se uma caminhada de pelo menos uma hora por dia, ou outras atividades físicas, devidamente orientadas.
Cuidado com antiácidos

Os antiácidos, muito usados no combate à azia, são freqüentemente compostos de cálcio. Por isso é arriscado usá-los, não só porque não removem a causa da azia pela raiz, mas também porque podem acarretar outro incômodo até pior, que é o cálculo renal.

Sugestões naturais de frutas e hortaliças

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  • Aipo: Água do cozimento do aipo, três xícaras ao dia. Duas colheres das de sopa para meio litro de água. Ferver e filtrar.
  • Alcachofra: comer, durante algumas semanas, alcachofra ligeiramente aferventada, duas vezes ao dia.
  • Cereja: Amassar a cereja juntamente com o caroço, cozinhar e coar. Tomar várias xícaras desse líquido ao dia. • Couve: tomar suco de couve diluído em água, duas a três xícaras ao dia.
  • Figos: Passar um dia com figos. • Limão: Tomar água com limão: meio limão em um copo com água (sem açúcar) duas a três vezes ao dia.
    Mel: Substituir o açúcar pelo mel, preventivamente.
  • Melão: Fazer refeições só de melão.
  • Melancia: Fazer refeições só de melancia.
  • Pera: Tomar o infuso das folhas da pereira, até duas xícaras diárias. Duas colheres, das de sopa, das folhas para meio litro de água. Ferver e filtrar. Fazer refeições exclusivas dessa fruta.

Ervas e remédios caseiros para pedra nos rins 

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Chás diuréticos como cavalinho, alfavaca, cana-de-macaco, quebra-pedra, dente-de-leão, cabelo de milho, uva-ursina, borragem, mil-em-rama e carqueja. O chá de cana-do-brejo (ou cana-de-macaco) ajuda, segundo verificação de estudiosos, a dissolver o cálculo. Podem-se usar três a seis xícaras ao dia da mistura de duas ou três plantas disponíveis, ou conforme critério profissional. Para acalmar o sistema nervoso, sempre irritável nessas situações, aconselha-se misturar ainda camomila às demais plantas. Cozinhar por uns três minutos. Acrescer 10 gotas de própolis a 30% em cada xícara de chá. Dosagem usualmente indicada: Duas colheres, das de sopa, das ervas picadas para meio litro de água. Preparar na forma de decocção ou cozimento.

São também empregadas no alívio das dores: losna, carqueja, cardo-santo e parietária. Usar o infuso (derramar água fervente sobre as plantas), na dose de uma colher das de sopa para meio litro de água. Três xícaras ao dia.

Outro composto muito usado por herboristas norte-americanos é a mistura da uva-ursina e malvaísco (ou raiz de altéia) com anis. A dosagem usualmente indicada é 10g (duas colheres das de sopa) da mistura de ervas para um litro de água (infuso), três ou quatro xícaras ao dia. Se você obtém a tintura, observar prescrição profissional.

O sumo da salsinha, misturado com o decocto, é utilizado no tratamento de cálculos. Preparar o decodo das folhas duas colheres das de sopa para meio litro de água) e misturar, quando ainda morno, com 20m1 de suco puro das folhas. Tomar meio litro dessa mistura ao longo do dia, aos goles. Toma-se também banho quente de assento com o chá concentrado de sa Isi n ha.

Para escolher o procedimento fitoterápico ideal a cada caso, recomendamos consulta com especialista.


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