Remédios caseiros para Epilepsia- Tratamento Natural

É preciso não confundir uma convulsão isolada, que pode ocorrer por diferentes motivos, com epilepsia, que inclui entre os sintomas a ocorrência de convulsões.  Nesse artigo falaremos de Remédios caseiros para Epilepsia- Tratamento Natural.
Há fatores que podem favorecer o aparecimento de crises. Entre eles, a hipoglicemia, ou queda acentuada da glicose no sangue.

O próprio consumo exagerado de açúcar, na forma de doces, guloseimas, tortas, refrigerantes etc., é o culpado disso, pois um pico de hiperglicemia (provocado pela ingestão de açúcar) é seguido de uma resposta típica do organismo: a liberação de insulina em taxa proporcionalmente elevada, fazendo a glicose descer a níveis às vezes muito baixos, em lapso de tempo relativamente curto. E quando vem, muitas vezes, a crise convulsiva.

Níveis baixos de cálcio no sangue

também podem desencadear crises. Estudiosos da nutrição ortomolecular acreditam que a má nutrição das células nervosas produz alterações precursoras das crises. Para corrigir essa deficiência, recomenda-se a desintoxicação seguida do uso de suplementos nutritivos, como complexo B (particularmente B6), vitamina E, aminoácidos e ácidos graxas essenciais.
Verminoses, que prejudicam seriamente a nutrição, podem ser causa de crises. Dificilmente alguém pensa que os vermes possam ter algo a ver com convulsões, mas sabemos de casos que, depois de tratada a verminose, as convulsões desapareceram. A exposição a certos fatores alérgicos ou irritantes pode ocasionar convulsões. O dieldrin (inseticida), é um desses fatores. Diversos outros produtos químicos podem guardar alguma relação.

Epilepsia produzida pela TV

Numerosos diagnósticos de epilepsia em crianças, na Europa e Estados Unidos, começaram e ser postos em dúvida quando essas crianças não reagiam satisfatoriamente aos remédios convencionais.

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Um estudo mais profundo do fenômeno, que intrigava médicos e apavorava os pais, levou à conclusão de que certos estímulos luminosos (o piscar freqüente de uma luz) podem provocar alterações neurológicas e crises epileptiformes.

O mal foi então identificado como epilepsia de TV, que pode ser mais comum do que se imagina, pois, em muitos países, os médicos não estão suficientemente atentos ao problema.

Isso não quer dizer que a TV esteja relacionada a todos os tipos de epilepsia, mas pode ser responsável por essa manifestação em alguns casos, ou agravar o problema.

Verifique se no seu caso não há causa alérgica

O Dr. Hal M. Davidson, estudioso do assunto, acredita que a principal causa de epilepsia seja a alergia. Experiências demonstraram que a ingestão de certos alimentos era capaz de desencadear crises. Entre esses alimentos, ovos, leite, chocolate, cereais e até couve-flor.

O Dr. Davidson relata um caso em que foi possível produzir tanto o pequeno como o grande mal no mesmo paciente quando este ingeriu couve-flor. Os sintomas simplesmente desapareceram quando esse alimento foi suspenso.
Convém esclarecer, porém, que a sensibilidade a produtos dietéticos varia de caso para caso. Recomendam-se experiências com vários alimentos usados regularmente, suspendendo-os por pelo menos um ou dois meses. Se as crises passarem, provavelmente existe alguma relação.
O Dr. Davidson resolveu fazer um levantamento da opinião médica sobre o assunto. Enviou, então, um questionário a 1.494 especialistas, pedindo opiniões sobre a relação entre epilepsia e alergia. Somente 207 responderam, com alegações do tipo “nunca me ocorreu”, “jamais suspeitei”, “nunca notei”.

* Os suplementos nutricionais são úteis em muitos casos, mas a indicação e a dosagem individual devem ser estabelecidas por um profissional especializado.
aumentando aos poucos), geleia real pura (começar com lg diário, e ir aumentando até 59), germe de trigo (batido com frutas e coalhada), clareia (doze comprimidos diários) e dolomita (de preferência aquela enriquecida com
magnésio). Usar pólen com mel duas vezes ao dia (uma colher, das de chá,).

A Centelia asiatica, também chamada gotu kola, é indicada na prevenção de ataques convulsivos. Tomar dose indicada por um especialista.
Como vimos, é preciso identificar se há hipersensibilidade a algum alimento (ou alimentos) e suprimi-lo(s) da dieta, procedendo à devida substituição.

Em linhas gerais, a base do tratamento natural da epilepsia é a alimentação. E preciso adotar dieta saudável, que proporcione ao organismo sangue bioquimicamente equilibrado, cujo contato com o tecido nervoso, prenhe de áreas sensíveis, não contribua para precipitar crises.

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Devem-se evitar açúcar, carnes, frituras, fast-food, guloseimas, produtos contendo aditivos químicos, massas refinadas, alimentos gordurosos, e tudo o que hoje constitui os chamados “pseudo-alimentos” ou junk fooci (falsos alimentos ou alimentos-refugo), intimamente implicados na deterioração da saúde do homem moderno.
Contra-indicam-se, particularmente, o fumo e as bebidas alcoólicas.

Deve-se adotar dieta de saúde e só isso já melhorará notavelmente as perspectivas do paciente.
Para desintoxicar o organismo, garantir o bom funcionamento do intestino e favorecer a melhora, os naturistas sugerem, por um mês, o seguinte programa, que deve ser ajustado a cada caso pelo profissional especializado:
• Pelo menos um ou dois dias por semana: No desjejum, suco de maçã com mamão ou suco de melancia. Pode-se, em vez do suco, comer a fruta. Lanche: Se houver fome, ingerir fruta.

No almoço, salada de cereais germinados (mais indicada a alfafa germinada) com grão-de-bico, vegetais crus, legumes cozidos ao vapor, abóbora cozida ou arroz integral, ou ainda purê de abóbora. Lanche: fruta ou água-de-coco, se houver fome. No jantar, frutas, como melão, uva, ameixa, maçã ou tangerina (não misturar).

• Fora dos dias de dieta especial, adotar dieta normal saudável (ver capítulos 4 e 5, que orientam sobre cardápio de saúde), observando-se apenas duas coisas:

• 1. Meia hora antes do desjejum, bebida alcalinizante  ou água com meio limão. 2. Dia sim, dia não, em lugar do desjejum ou jantar, usar apenas uma qualidade de fruta, como mamão, uva, laranja, maçã, pêssego etc. Quando se usa apenas fruta no desjejum, pode ocorrer hipoglicemia no período da manhã.

A fim de evitar que isso ocorra, comer mais alguma fruta (como maçã) entre o desjejum e o almoço, ou tomar suco de fruta ou água-de-coco.
Três ou quatro dias depois de iniciada a desintoxicação, sugere-se observar suplementação, para reforço nutricional.

* As dietas terapêuticas naturais são empregadas em clínicas naturistas e por medicinas tradicionais. Adote alimentação saudável, mas não mude radicalmente sua alimentação sem orientação profissional.

• Recomenda-se a cura de limão até dez unidades (é melhor com acompanhamento médico naturista, já que este procedimento pode provocar “crise curativa”). Diluir o suco de limão em água:
200 dia: interromper o uso de limão por uma semana, e depois voltar a tomá-lo, pelo menos cinco dias por semana, um ao dia, com água, entre as refeições.

• Tomar os limões longe das refeições. Aconselhamos que se consulte um profissional de saúde especializado. Observar orientação profissional.

A seguir, damos uma linha tradicional de orientação fitoterápica, que só poderá ser observada com permissão médica:

• A fitoterapia tem por objetivo inicial “depurar o sangue”. Indica-se o cozimento de plantas como tanchagem, bardana, salsaparrilha, dente-de-leão, taiuiá, chapéu-de-couro, cinco-folhas e malva.

Misturar duas ou três dessas plantas e de quatro em quatro dias mudar a associação de chás. Duas a três xícaras ao dia. Ferver duas colheres, das de sopa, em 600m1 de água. Tomar ao longo do dia, aos goles.

Depois de uns doze dias de emprego dessas plantas depurativas, substituí-Ias pelo composto de urtiga, angelicó (ou jarrinha, a raiz), salsaparrilha e alfavaca (cozimento), uma a duas xícaras ao dia, durante algumas semanas (a critério profissional): misturar as plantas em partes iguais e ferver em meio litro de água meia colher, das de sopa, dessa mistura. Depois de três semanas, falhar dois dias por semana, para tomar água com trinta gotas de água de melissa e um limão uma ou duas vezes ao dia.

• E recomendável consultar um especialista, para que se defina a terapia de plantas.

Banhos e aplicação de argila

O tratamento natural sugerido completo inclui um escalda-pés, uma aplicação de argila e um banho vital ou de tronco ao dia (um dia, vital, outro dia, de tronco).

Alface, sedativo do sistema nervoso

O uso do suco de alface, que contém Iactucarium, sedativo natural do sistema nervoso, pode servir de bom auxiliar no tratamento.

Tomar 70 ml do suco dos talos e folhas tenras em jejum e 50 ml à noite. Bater com um pouco de água no liquidificador e coar. Se esse procedimento provocar sonolência, tomar só ao deitar.

Epilepsia – um estigma?

Ainda hoje o paciente epiléptico leva consigo o clichê da doença. Toda a sua vida é afetada. O casamento, o emprego e a vida em sociedade são afetados.

Por isso, recomendamos aos médicos prudência ao estabelecer o diagnóstico de epilepsia e predestinar sua vítima a uma eterna dependência de drogas fortes. Sugerimos, e isto é questão de humanismo, cuidadoso estudo das possibilidades aqui comentadas.

Nesse artigo falamos de Remédios caseiros para Epilepsia- Tratamento Natural.

Imagem- revistavivasaude.uol

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