Remédios Caseiros para Glomerulonefrite Aguda- Tratamento Natural

 

Ao contrário da glomerulonefrite aguda, a proteinúria (perda de proteína) não cede e tende a se intensificar A hiperazotemia (elevação de produtos de degradação proteica no sangue, como ureia), tende a aumentar. Os outros sintomas da glomerulonefrite podem também persistir, como oligúria (pouca urina) e hematúria; náuseas, vômitos, fraqueza (indicando hiperazotemia). Afeta indivíduos de qualquer idade e tem predileção pelo sexo masculino.

A função renal degenera, instalando-se a insuficiência renal. Por isso, muitos pacientes acabam tendo de recorrer à hemodiálise, e alguns até ao transplante. Alerte-se, entretanto, para o fato de que a doença poderá voltar a atingir o rim transplantado. Acredita-se que a presença de certos anticorpos circulantes, como o anti-MBG, ofereça risco de agressão auto-imune ao enxerto. Para suprir esses sintomas passaremos dicas sobre Remédios Caseiros para Glomerulonefrite Aguda- Tratamento Natural.

Glomerulone frite crônica

As anormalidades urinárias que acabamos de descrever desenvolvem-se aos poucos, ao longo de anos, e estabelecem o quadro de glomeruionefrite crônica. Entre essas anormalidades poderíamos destacar a proteinúria (perda de proteínas pela urina) e hematúria (perda de células vermelhas do sangue pela urina).

A função renal piora lentamente, ao invés de melhorar, como na glomerulonefrite aguda. Instalam-se então hipertensão arterial, anemia, rins granulosos e contraídos, e, geralmente depois de muitos anos, a insuficiência renal terminal, irreversível, pois, entre outras complicações, verifica-se esclerose da parte funcional dos rins.

O quadro é tanto mais grave quanto existam doenças subjacentes, como distúrbios do sistema vascular e diabetes melito.

A glomerulonefrite aguda pós estreptocócica pode evoluir, em alguns casos, para a doença crônica. Muitas vezes o paciente não tem consciência de que seus rins estejam se degenerando aos poucos numa glomerulonefrite crônica, até que, incidental mente, percebem-se sinais como: urina anormal, hipertensão e função renal comprometida.

Opinião dos estudiosos da vida natural

Os naturistas são unânimes em salientar que a maioria das doenças comprometedoras da eficiência dos “filtros da vida” está intimamente relacionada à formação constante e excessiva de resíduos metabólicos e toxinas “irritantes”, que os rins são obrigados a eliminar ao longo de anos.

Pessoas cujo sistema urinário é mais sensível, talvez por razões hereditárias, poderão mais facilmente desenvolver episódios de disfunção renal como a glomerulonefrite aguda, que, sem descartar a causa auto-imune é interpretada pelos naturistas como “alarme” do corpo para a sobrecarga de “lixo” metabólico em produção e circulação.

Esse “lixo” é produzido normalmente por qualquer indivíduo, e os rins estão encarregados de dar conta dele. O problema reside no fato de que os maus hábitos alimentares, somados a fatores como estresse emocional, fumo, álcool, narcóticos, certos medicamentos, pouca água e outras impropriedades, legam à circulação teores potencialmente perigosos de resíduos tóxicos e outros elementos potencialmente nocivos aos glomérulos.

Os rins decretam falência quando se vêem incapazes de fazer face à carga de trabalho que lhes é continuamente imposta.

O papel destrutivo das infecções bacterianas e das doenças sexualmente transmitidas não é ignorado pelos naturistas, que, entretanto, os encaram de um ângulo mais amplo de visão.

As contínuas infecções faringianas e respiratórias ocorrem como resultado de sutil queda de resistência imunitária, que por sua vez se atribui ao estilo de vida extremamente insalubre do cidadão moderno e, particularmente, da criança.

Como vivem e se alimentam as crianças de hoje? Passam o dia ingerindo grandes quantidades de açúcar, gordura e aditivos químicos através de balas, refrigerantes, “fast-food”, guloseimas.

Via de regra, não gostam de verduras e frutas. Além da péssima qualidade da dieta, não são muito simpáticas aos exercícios físicos saudáveis, regulares.

Preferem a televisão e os divertimentos eletrônicos, cujo prejuízo à saúde é, entre muitos outros fatores, um tributo à imobilidade. Quando muito, jogam bola de vez em quando, o que acaba se tornando prejudicial pelo nervosismo da competição somado ao esforço exagerado e descontinuado, para o qual na maioria das vezes não têm preparo físico.
Se falarmos sobre as drogas e os hábitos noturnos, moral e fisicamente degradadores, introduziremos um longo capítulo que, por si só, explicaria o fardo de moléstias venéreas que, já no começo da vida, minam a saúde do ser humano.

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Tratamento natural

O tratamento natural das disfunções renais requer avaliação cuidadosa de cada caso, pois há situações em que, pelo avanço das lesões e complicações, não será possível aplicar os métodos depurativos convencionais, como é o caso da uremia.

Em linhas gerais, os rins doentes responderão bem, a médio e longo prazos, ao procedimento conservador, sempre muito bem-sucedido, de animar o paciente a abandonar os vícios e os hábitos nocivos. Ao mesmo tempo, dá-se o necessário auxílio para a assimilação de bons hábitos.

A prática vem demonstrando que a dieta rica em líquidos (a maior parte provenientes de frutas e verduras), isenta de açúcar refinado, carnes, condimentos e frituras, com teores de proteínas, sal e gorduras reduzidos, ajudam muito na maioria das doenças renais.

A diminuição da sobrecarga de drogas, solutos e resíduos tóxicos sobre os glomérulos dá-lhes “a chance” que durante tanto tempo esperavam para “descansarem e se recuperarem”.

Os resíduos proteicos (ureia, amônia, creatina e ácido úrico) provenientes de alimentação abundante em carnes e outras fontes de purinas e proteínas são especialmente injuriantes, quando ultrapassam, por muito tempo, certos limites.

O seguinte regime é sugerido no tratamento de glomerulonefrites não complicadas. Mas em todos os casos, especialmente naqueles considerados complicados ou delicados, é indispensável o acompanhamento médico nutricional.

Substituir, dia sim, dia não, uma refeição (desjejum ou jantar) por melão, laranja-lima, maçã ou melancia, e fazer o seguinte almoço: Abóbora bem cozida com saladas cruas (pode-se usar salada de cenoura com broto de soja), outros legumes como brócolis, chuchu e vagem, e um pouco de arroz integral (sem sal ou com bem pouco sal).

Nos demais dias pode-se adotar dieta natural, leve, também com restrição de sal. Este regime requer repouso e deverá estender-se até o alívio dos sintomas, conforme critério médico.

Tradicionalmente indicam-se alfavaca, camomila, cana-do-brejo, folha de abacate, cabelo de milho, cavalinho, corqueja, dente-de-leão e quebra-pedra.

Misturar as plantas disponíveis (uma colher, das de sopa, para 500 ml de água), cozinhar por uns três minutos, filtrar e tomar duas ou três xícaras ao dia, conforme critério profissional. Não suprimir a orientação médica.

Quebra-pedra (Phyllanthus r’iiruri)

É tradicionalmente indicada para combater cálculos, cistite, cólicas renais e inchações. Modo de usar: Ferver 1 colher, das de sopa, da planta picada em 500 ml de água. Filtrar e tomar 1 ou 2 xícaras por dia.

Nesse artigo mostramos dicas de Remédios Caseiros para Glomerulonefrite Aguda- Tratamento Natural.

Imagem-  lupusbrasil.wordpress

 


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