Remédios Caseiros para Pielonefrite- Tratamento Natural

Os rins de diabéticos estão sujeitos a graves lesões vasculares e glomerulares, Isso parece favorecer a ocorrência de infecções como a pielonefrite. A presença de açúcar na urina (glicosúria) é irritante para o trato urinário feminino, predispondo à infecção de bexiga. Nesse artigo falaremos sobre Remédios Caseiros para Pielonefrite- Tratamento Natural.

Infecções Urinárias

As infecções urinárias em diabéticos agravam o distúrbio metabólico verificado nessa doença, e podem levar a uma acidose diabética.

A ocorrência de infecção urinária em diabéticos merece cuidados adicionais, pois os riscos são muito maiores que para um paciente renal não diabético.

A necrosante, doença renal fulminante, que ocasiona insuficiência renal aguda, é mais comum em diabéticos, e pode resultar de infecção. Remédios à base de fenacetina (analgésicos) podem lesar as papilas renais e causar esta grave doença em pessoas mais suscetíveis.

Estudiosos alertam que esse tipo de efeito deletério de drogas acontece com maior freqüência do que se imagina. E preciso refletir seriamente sobre os riscos das drogas, preferir evitá-las e usá-las só quando absolutamente indispensáveis, com pleno conhecimento de causa e responsabilidade.

Infecções urinárias sexualmente transmissíveis

Certos agentes microbianos, como o C. frachomatis e o Neisseria gonorrhoeae, são transmissíveis sexualmente, e podem produzir sintomas característicos de infecção urinária, como pus na urina, ardor à micção etc.

Sinais e sintomas

Cerca de metade dos pacientes com infecção urinária não apresenta sintomas. Entre os que apresentam sintomas e o sinal característico de bacté rias na urina em grande quantidade, cerca de metade tem infecção na parte alta do aparelho urinário (pielonefrite), e metade na bexiga (cistite).

Os sintomas de cistite e pielonefrite são semelhantes. Vão de ligeiro incômodo a extremo desconforto. Há a sensação constante de vontade de urinar. A micção é difícil, e provoca ardor (disúria). Geralmente, há febre, arrepios e dores na região pélvica (parte de baixo da barriga) e lombar (costas).

A febre na pielonefrite é geralmente alta (39,4° C ou mais), e há também náuseas, vômitos e diarréia, dores musculares, taquicardia. Pode haver hematúria (sangue na urina) e/ou piúria (pus na urina). A compressão profunda do abdome provoca dor aguda.

Esses sintomas costumam regredir em poucos dias, mesmo sem antibióticos, exceto em casos de obstrução urinária ou necrose papilar. Quando a febre custa a baixar e persiste por vários dias, pode tratar-se de pielonefrite grave.

Pielonefrite crônica

Trata-se de inflamação crônica do rim, resultante de infecção, e ocorre com mais frequência em pacientes com doenças urinárias obstrutivas (como a prostatite, na presença de cálculos), refluxo vesicouretral (da bexiga para os ureteres) e problemas mecânicos de bexiga (dificuldade de esvaziar a bexiga).

Quando as infecções urinárias se repetem constantemente, há indícios de comprometimento da função renal, urina com grande quantidade de bactérias.

Com o desenvolvimento da doença, verificam-se alterações patológicas na estrutura dos rins, que se mostram pequenos e com contornos irregulares. Um dos sintomas não citados, que pode ocorrer, é a hipertensão.

Durante infecções agudas, pode ocorrer comprometimento da função renal a ponto de instalar-se a uremia (os rins eliminam mal várias substâncias, e o corpo fica envenenado por seus próprios dejetos). Mas, passada a fase aguda, o paciente geralmente se recupera.

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Conselhos

A mais rigorosa higiene genital e sexual, mormente no caso de mulheres, é importante à prevenção de infecções urinários. Os diabéticos devem redobrar os cuidados. O hábito de só urinar quando a bexiga está bem cheia é nocivo à saúde, pois propicia infecções e outras doenças.

O uso abundante de líquidos, a alimentação correta, os exercícios físicos moderados e o uso de roupas adequadas, não apertadas, são conselhos úteis à prevenção. Contra-indicam-se bebidas alcoólicas, fumo e alimentos condimentados. Há suspeitas de que a sacarina (adoçante) pode causar danos à bexiga.

As recaídas constantes requerem exame mais profundo do problema. Deve-se estudar a possibilidade de cálculos, problemas obstrutivos, prostatite e/ou baixa resistência orgânica.

Ingerir bastante água, especialmente água mineral magnesiana, é recomendável, pois diminui a concentração de bactérias na urina. Chás especiais e própolis, como veremos adiante, também são úteis.

Pimenta, molhos, temperos, conservas, embutidos, frios, alimentos salgados, refrigerantes, café, carnes, frituras, guloseimas, chocolate, açúcar e frutas cítricas devem ser evitados, principalmente na fase aguda.

Os laticínios, especialmente o queijo, também devem ser evitados na fase aguda. Entre os vegetais, contra m-indica-se o tomate, os temperos fortes e o agrião, na fase aguda.

Sugestão de dieta preventiva

Na fase aguda, no verão, substituir uma refeição (desjejum ou jantar) por melão, laranja-lima, lima-da-pérsia, maçã ou melancia. No inverno, pode-se tomar caldo de maçãs cozidas com torradas.

Nos intervalos, bastante líquido (por exemplo, água-de-coco). Sugestão de almoço: Começar com um pouco de suco de cenoura com vagem tenra. Abóbora bem cozida com saladas cruas (pode-se usar salada de cenoura com broto de soja), outros legumes, como chuchu, brócolis ou vagem, e algumas torradas de pão integral (torradas sem sal ou com muito pouco sal) ou arroz integral.

Usar o mínimo de sal. Adotar esse regime até desaparecerem os sintomas. Se houver febre, é melhor adotar regime de sucos (suco de maçã e laranja-lima).

Pode-se adotar, regularmente, para prevenir recaídas, dieta naturista, leve, também com uso moderado de sal.

As plantas não devem suprimir a avaliação médica. Tradicionalmente, sugerem-se:
Alfavaca, camomila, cana-do-brejo, folha de abacate, cabelo de milho, cavalinho, carqueja, dente-de-leão, uva-ursina e quebra-pedra.

Misturar as plantas disponíveis, cozinhar por uns três minutos, filtrar e tomar de três a quatro xícaras ao dia, longe das refeições, conforme critério médico. A dosagem tradicional é de duas colheres, das de sopa, das plantas misturadas para meio litro de água.

Podem-se acrescentar de cinco a dez gotas de própolis a 30% em cada xícara de chá. Gestantes não devem tomar chás de plantas medicinais sem permissão médico.

Banhos e outras aplicações

Os banhos quentes de assento e os escalda-pés ajudam a aliviar as dores (não devem, entretanto, ser muito quentes). Aplicações de argila misturadas com água morna no abdome são úteis para aliviar as dores na fase aguda.

Fora da fase aguda, banhos vitais e genitais são úteis para aumentar a resistência do sistema gênito-urinário. No caso de infecções vaginais, irrigações diárias com o decocto filtrado de barbatimão e jequitibá (casca) são recomendadas pelos terapeutas naturistas.

Parietária (Porietaria officina lis)

É tradicionalmente indicada para combater inchações, doenças reumáticas, desordens dos rins etc.
Modo de usar: Ferver em 1/2 litro de água 2 colheres, das de sopa, das folhas. Tomar de 1 a 2 xícaras por dia. As folhas, torradas e reduzidas a pó, são usadas no tratamento local.

Nesse artigo falamos sobre Remédios Caseiros para Pielonefrite- Tratamento Natural.

Imagem- treinomestre.com.br

 


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