Remédios caseiros para Raquitismo- Tratamento Natural

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Confunde-se freqüentemente a noção de “criança magra” com “criança raquítica”. São conceitos que nada têm a ver um com o outro. Para surpresa de muitos, o raquitismo é mais comum em crianças “gordas”.

Um bebê gordo, grande e aparentemente sadio pode ocultar o raquitismo. Ao examiná-lo, o médico observa flacidez muscular. Aos seis meses, não consegue sentar-se. As vezes, está tão fraco que não consegue erguer a cabeça. Nesse artigo falaremos sobre Remédios caseiros para Raquitismo- Tratamento Natural.

Que é raquitismo? Qual a causa?

Doença provocada por carência de vitamina D e alterações no metabolismo do cálcio e do fósforo, o raquitismo produz defeitos graves no crescimento ósseo e deformações esqueléticas características.

Quando a exposição ao sol é insuficiente, como em regiões frias e remotas do Hemisfério Norte, há maior risco de raquitismo.

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As radiações ultravioleta propiciam a síntese natural de vitamina D ativa na pele. Crianças que moram em apartamentos ou nunca saem de casa são particularmente sujeitas a essa doença carencial.

E necessária a exposição direta ao sol. Os vidros filtram os raios ultravioleta, tornando sem efeito o banho de sol. Recomendamos aos pais que saiam ao ar livre com as crianças, no começo da manhã e no fim da tarde, deixando que tomem sol.

A incidência de raquitismo em países tropicais, como o Brasil, é muito baixa, pela grande efusão de raios solares. Crianças que vivem em locais frios e em grandes centros urbanos são, contudo, pela falta de sol suficiente, mais sujeitas ao raquitismo.

Os sintomas costumam surgir a partir do segundo mês. A criança come normalmente, tem bom apetite, mas fica irritadiça, chorando à toa. Não dorme bem.

O simples deslizar de um dedo sobre a pele deixa estrias vermelhas (dermografismo). Enquanto dorme, a cabeça fica molhada de suor. Ao segurar a cabeça da criança, após o terceiro mês, percebe-se que, em vez de dura, está mole como uma bola de borracha. O tórax assume o aspecto de um sino (peito de pombo). O ventre fica volumoso.

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Na frente do tórax, ao lado do esterno, dispostos como um colar, surgem nódulos, que receberam o nome de rosário raquítico. Sentada, a criança fica arqueada (corcunda), pela falta de sustentação óssea.

Os últimos sintomas aparecem nos braços e nas pernas. Formam-se nódulos nos pulsos, os ossos das pernas se encurvam e podem até ocorrer fraturas. O pequeno paciente torna-se, a essa altura, pálido e fraco. Custa ficar em pé.

Cansa-se com facilidade. Fica facilmente gripado. A deformação da caixa torácica produz dificuldade respiratório. Por isso, podem surgir complicações graves, como broncopneumonia.

Prevenção e tratamento

O leite materno contém suficiente cálcio e vitamina D para os primeiros meses de vida do bebê. Por isso, a amamentação é um dos melhores meios de garantir a prevenção do raquitismo.

O mesmo não acontece com o leite de vaca. Após o sexto mês, entretanto, só o leite materno não é suficiente. Deve-se, pouco a pouco, complementar a dieta com frutas, vegetais, iogurte, ovos e outros alimentos.

A melhor maneira de prevenir o raquitismo, como vimos, é expor a criança regularmente aos raios solares (diretamente, e não através de vidraças). Durante o inverno, não se deve perder a oportunidade de expor a criança ao sol.

As manifestações leves de raquitismo se curam com exposição ao sol, uso de vegetais irradiados (folhas de tom verde-intenso, que tomaram bastante sol), ovos, nata e leite. Indica-se o suco da couve, misturado com cenoura. Pode-se também tomar suco de couve com salsão e cenoura, muito saboroso.

Casos mais graves requererão, além desses cuidados, uso de complementos de vitamina D, cujas dosagens (que podem chegar a milhares de unidades por dia) precisam ser supervisionadas por um profissional de saúde.

O tratamento com vitamina D, alimentação e helioterapia (banhos de sol) é, na maioria das vezes, suficiente para conduzir à cura total. Contudo, se o tratamento é iniciado tarde, quando a ossatura já se deformou bastante, as possibilidades de cura completa são muito menores. Mas há significativa melhora.

A falta de vitamina D não permite ao cálcio e ao fósforo unirem-se na formação de apatita, que dá consistência ao osso. Também impede a absorção intestinal daqueles minerais. O osso fica então mole, deformável, constituído predominantemente por substância cartilaginosa.

Excesso de vitamina D – perigoso!

Finalmente, cabe-nos advertir contra o uso exagerado e desnecessário de vitamina D. Doses excessivas dessa vitamina desestabilizam o metabolismo e produzem conseqüências graves, como nefrocalcinose e deposição de cálcio em artérias.

Podem haver sintomas como emagrecimento, lassidão, diarreia, vômitos, emagrecimento, sudorese, dor de cabeça, sede, vertigem. Em casos extremos, o excesso de vitamina D produz morte. Por isso, só se devem usar complementos com orientação médica.

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Nesse artigo falamos sobre remédios caseiros para Raquitismo- Tratamento Natural

Imagem- treinomestre.com.br

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