Aborto Retido – O que é e como tratar?

O aborto retido consiste em um problema que afeta inúmeras mulheres pelo mundo, sendo provocado por diferentes razões. Para saber exatamente no que consiste esta situação e também como tratá-la, basta acompanhar nosso post.

O que é o aborto retido?

De acordo com os médicos especializados em ginecologia, o aborto retido ocorre quando o desenvolvimento do feto ou da placenta é interrompido dentro do período que vai até a vigésima semana de gestação.

Com isso, o conteúdo fetal fica retido no útero por um período superior a 30 dias, não sendo expelido totalmente por meio do canal vaginal.

Quais as principais causas do aborto retido?

De forma geral, esse tipo de aborto poderá ocorrer por uma série de situações, entre elas:

  • Idade avançada;
  • Ocorrência de má formação cromossômica do embrião;
  • Má formação do útero da gestante;
  • Ocorrência de inflamações uterinas;
  • Diabetes fora de controle;
  • Alterações quanto ao funcionamento da tireoide;
  • Problemas de coagulação no sangue;
  • Drástica diminuição das defesas imunológicas da gestante, provocada muitas vezes pela deficiência de vitaminas e minerais no organismo.

Principais sintomas do aborto retido

Em muitos momentos, esse tipo de aborto pode passar despercebido pelas gestantes e por esta razão, isso dificulta ainda mais o tratamento.

Para identificar a ocorrência da interrupção na gravidez é indispensável que as gestantes estejam atentas aos seguintes sinais:

  • Dores no peito;
  • Diminuição da temperatura do corpo;
  • Ocorrência de pequenos sangramentos;
  • Dores leves na região do baixo ventre;
  • Febre acima de 37º;
  • Dor na região inferior das costas;
  • Enjoo;
  • Diminuição do volume do estômago.

É preciso recorrer ao médico?

À mínima manifestação de um dos sinais acima, é indispensável recorrer ao médico responsável pelo pré-natal. Somente ele, por meio de uma detalhada avaliação clínica e realização de exames, poderá confirmar se houve aborto retido.

Como funciona o tratamento?

De forma geral, há 3 maneiras de fazer o tratamento do aborto retido. São elas:

Eliminação espontânea

Quando esta situação é diagnosticada logo nas primeiras semanas de gravidez, é possível que os médicos solicitem que a paciente aguarde alguns dias para ver se o organismo elimina naturalmente o conteúdo fetal pela vagina.

Com medicamentos

Em casos onde a gravidez já possui um estágio um pouco mais avançado e torna-se inviável aguardar a eliminação do conteúdo fetal por meios naturais, os médicos provavelmente prescreverão medicamentos com a finalidade de estimular as contrações uterinas.

Isso faz com que sejam evitados procedimentos cirúrgicos considerados mais invasivos, o que geralmente causa bastante desconforto às gestantes.

Cirurgias

No caso de gestações mais avançadas e a depender do quadro clínico da paciente, somente uma intervenção cirúrgica poderá tratar o aborto retido, evitando que a situação do organismo se complique.

É importante enfatizar que todo tratamento sempre deverá ser acompanhado por um médico, já que somente ele terá condições de avaliar o estado de saúde da paciente, evitando riscos.

Ou seja, à menor suspeita de ocorrência de aborto retido, é preciso consultar o médico responsável pelo tratamento e detalhar todos os sintomas, facilitando um diagnóstico rápido e assertivo.

Imagem: healthtap.com

 


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