Causas, Tratamentos, Sintomas, Ajuda e Dicas para Obesidade

Como hoje é moda ser magro, não dá para contar inovações e promessas de emagrecimento que circulam na praça.

Ser gordo é arriscado (os obesos sofrem mais de doenças do coração, diabetes melito, artritismo etc.), mas tentar emagrecer seguindo quaisquer métodos é dramaticamente perigoso para a saúde.

Nesse artigo falaremos sobre Causas, Tratamentos, Sintomas, Ajuda e Dicas para Obesidade.

Obesidade

Não se trata apenas de inconveniente estético. A obesidade aumenta o risco de distúrbios cardiovasculares, diabetes melito, problemas de coluna, articulações e vários tipos de câncer. A causa genética vem sendo muito debatida.

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E verdade que há pessoas com tendência a engordar, pois apresentam maior número de células adiposas (hiperplasia adipocitária). Se há casos na família, a hereditariedade pode facilitar o aparecimento de obesidade.

A causa mais importante, porém, é o estilo de vida. Particularmente culpados são a dieta caloricamente abundante, a falta de exercícios físicos e os distúrbios emocionais. Há também causas genéticas e culturais importantes.

Drogas para emagrecer

Quase todos os gordinhos já experimentaram inibidores do apetite. Mas poucos conhecem seus riscos em potencial. Primeiramente, é preciso explicar que há diferentes gerações de fórmulas para controlar a vontade de comer, com diferentes ações.

A primeira geração de inibidores surgiu na década de 50, as anfetaminas, ou “bolinhas”, que produzem, como efeitos colaterais, insônia, pressão alta, taquicardia, agitação.

A segunda geração é a dos anfetamínicos, dos anos 80, derivados dos primeiros, que produzem efeitos colaterais como insônia, agitação, boca seca e taquicardia.

A dexfenfluramina pertence à terceira geração, já da década de 90, e exibe efeitos secundários dignos de nota: fadiga, sonolência, diarreia, boca seca e risco aumentado para uma doença fatal rara: a hipertensão pulmonar primária.

A quarta geração, encabeçada pelo oriistat, age de modo diferente das drogas anteriores: inibe a enzima digestiva lipase, diminuindo a absorção de gorduras.

Os efeitos colaterais referidos são diarreia e fezes oleosas. E provável que novas gerações venham surgindo, pois há nessa área um mercado ávido por novidades.

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Mas o caminho cedo do emagrecimento, insistimos, não pode oferecer riscos à saúde. Os benefícios costumam revelar-se transitórios, não compensadores.

Causas, Tratamentos, Sintomas, Ajuda e Dicas para Obesidade

“Não!”, afirmaria com espantosa segurança a maioria dos gordinhos. Os obesos dificilmente admitem comer muito.

Pode ser que, no que toca à quantidade, suas refeições não sejam mesmo abundantes. Mas uma análise de três outros fatores explicará facilmente por que tantas pessoas engordam, embora jurem comer pouco:

1. Alguns petiscos idolatrados pelos gordinhos são excepcionalmente ricos em calorias (concentrados). Usados de vez em quando, “só um pouquinho”, não são levados em conta. Uma barra pequena de chocolate pode conter mais calorias que vários pratos cheios de saladas e legumes.

2. Pequenas refeições muito calóricas são feitas fora de hora, irregularmente, com freqüência a que geralmente não se presta atenção. A desculpa é sempre a mesma: “só um pouquinho…”.

3. E comum o obeso esforçar-se por algum tempo para controlar a gana por comida, e periodicamente “auto-recompensar-se”, esquecendo as “proibições” (torta de chocolate, sorvete de creme, macarronada, maionese, salgadinhos, fast-food etc.).

Comete “pequenos pecados” de vez em quando, confiando na “remissão” dos períodos de abstinência. A desculpa é que, após longo “calvário” de dieta exigente, “um diazinho mais liberal não será tão ruim assim”.

A soma das calorias ingeridas desses três modos é suficiente para manter o peso, ou, mais constrangedor ainda, ocasiona até aumento de peso.

Em síntese, os obesos são vítimas de sua própria indisciplina alimentar e descontrole emocional, os quais são transferidos para a comida.

As três grandes causas do aumento de peso via comida são, portanto:

1.Consumir, fora de um plano, alimentos concentrados em calorias (mesmo que sela só um pouquinho);

2. Comer de modo irregular e fora de hora;

3. De vez em quando, fugir da dieta.

Mas é preciso salientar que uma dieta radical, com “proibições” excessivas, dificilmente dará certo.

Nossa experiência mostra que é preciso “negociar” com o paciente, de modo que a dieta seja para ele viável e agradável, e ao mesmo saudável e hipocalórica.

A primeira regra para que uma dieta possa dar certo é não deixar o paciente com fome. A estratégia é saciá-lo com alimentos de baixo teor calórico.

Se o seu problema é obesidade…

Se o seu problema é obesidade, é preciso encará-lo com seriedade, pois seu maior patrimônio está em jogo.

Não acredite em promessas mirabolantes de emagrecimento mágico, sem esforço.
Também não chegue ao outro extremo o de se martirizar com regimes de fome.

As pesquisas científicas mostram claramente que passar muita fome não resolve, pois o corpo se desnutre, exigindo mais tarde uma “indenização” pesada: os quilos perdidos voltam de novo. O caminho certo para emagrecer tem três características básicas:

1. Regime apropriado, calculado para cada pessoa. Você tem uma dieta que se encaixa no seu caso, e que não é uma dieta de fome, por um lado, nem uma dieta do “tudo pode”, por outro lado.

2. Abordagem psíquica, pois a obesidade tem, quase sempre, forte relação com problemas emocionais.

3. Atividade física adequada a cada caso.

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Tratamento

Ajudam muito no tratamento os meios naturais. E perigoso usar drogas. Plantas, banhos, massagens, dietas, apoio psíquico, exercícios e outros recursos contribuem para o emagrecimento com saúde. Pode ser uma ótima forma de evitar Causas e ser bons Tratamentos, evitar Sintomas, essas são ótimas dicas para Obesidade.

Um programa normal de alimentação para obesos corta necessariamente guloseimas, doces, salgadinhos, refrigerantes, lanches ligeiros, maioneses, frituras, alimentos gordurosos (manteiga, abacate, coco, amendoim etc.). As frutas e as verduras são os principais ingredientes “permitidos”.

Saladas no almoço, por exemplo, não só podem como devem ser comidas em boa quantidade (higienizar bem!).

Mas usar o mínimo de óleo e sal. Os gordinhos pecam aqui, pois às vezes usam legumes encharcados em óleo, ou adubados com molhos super calóricos, como os molhos brancos, os molhos fritos ou refogados e as maioneses.

Vegetais, como chuchu, vagem, quiabo, beterraba, cenoura, berinjela, jiló, couve-flor, brócolis etc., também podem ser usados sem grandes restrições, desde que preparados com o mínimo de óleo e sal. Torradas de pão integral podem ser consumidas com a devida moderação.

O mesmo vale para arroz, feijão, batata, milho, mandioca, inhame, massas em geral (que devem ser integrais), sanduíches naturais, cuja quantidade é controlada. O mel pode ser usado como adoçante, mas em quantidade controlada. Iogurte e leite, só desnatados.

Alguns procedimentos

Exercícios físicos orientados e banhos de sauna, também sob orientação profissional. Os exercícios são tão importantes quanto a dieta, pois convertem a razão ingestão/gasto de calorias a favor do obeso, isto é, aumenta-se o gasto de calorias.

* As plantas aqui citadas são empregadas por clínicas naturistas ou medicinas tradicionais, e as doses são também tradicionais. Lembrete: não suprimir a orientação médico-nutricional.

Obesidade é doença?

Obesidade e saúde são duas condições que não se olham de frente. Excesso de peso é o mesmo que escassez de saúde. Cada quilo de peso a mais representa certo tempo de vida a menos.

Os gordinhos pagam seguro de saúde mais caro, porque mais facilmente ficam doentes. Surgem mais freqüentemente problemas de articulação. Devido ao excesso de peso, o desgaste é maior, o que propicia artroses e problemas de coluna.

Os distúrbios cardiovasculares são, entretanto, o maior tributo que os gordinhos pagam à saúde. O risco é maior.

Por quê? Entre outras coisas, porque o coração tem de se desdobrar para impulsionar sangue através de quilos e mais quilos de tecidos extras, desnecessários.

Fica cansado mais cedo, e acaba decretando falência. Os obesos apresentam risco maior de sofrer infarto ou derrame (acidente vascular).

O diabetes melito tipo II tem preferência por gordinhos. A adiposidade que envolve os tecidos representa forte obstáculo à insulina, cuja eficiência acaba caindo. A glicose custa para achar seu caminho à célula, e o diabetes se instala.

Por que as pessoas ficam gordas? Seria a hereditariedade?

Não herdamos só um conjunto de genes. Herdamos um conjunto de hábitos. Adotamos os costumes da família e de nosso meio cultural. Famílias de hábitos gastronômicos passam essa herança aos filhos, que têm grande probabilidade de tornarem-se obesos.

Mas há também o fator genético, sem dúvida. Já na vida intra-uterina, as células gordurosas começam a se formar.

Se por uma razão genética essas células se multiplicam mais, o tendência para engordar será maior, e haverá também dificuldade para perder peso. Por isso há pessoas que têm tanta dificuldade para emagrecer.

Gordura iceberg e gordura ice-cream

Há, do ponto de vista prático, dois tipos básicos de gordura: iceberg e ice-cream.
A primeira é como o gigantesco bloco de gelo que flutua nos oceanos: custo a derreter.

Pessoas com constituição avantajada, ossatura larga (brevelíneas), atarracadas, que sempre foram “grandes e rechonchudas”, com sobra de peso, geralmente enfrentam grande dificuldade para emagrecer.

E comum que tenham passado por um infeliz processo chamado hiperpiasia adipocitória, ou seja, formação de grande número de células adiposas, por razões genéticas, o que as torna particularmente sujeitas à formação de banha.

Já a gordura do tipo ice-cream (sorvete) “derrete” fácil. São obesos circunstanciais. Muitas vezes foram magros no passado, para o qual olham com nostalgia. Não conseguem controlar as circunstâncias que os mantêm prisioneiros da gordura. Não raro, tentam suprir certas necessidades psíquicas com comida, num mecanismo inconsciente.

Buscam compensar suas frustrações, sua falta de realização, sentindo o prazer gustatório. Por isso, comem sempre, e “coisas gostosas”.

A dificuldade de perder peso, nesse grupo, não reside propriamente no corpo, mas na cabeça. Não conseguem fazer regime, pois não são perseverantes.

No começo do tratamento, até perdem vários quilos, o que os anima (geralmente a perda iniciai se deve ao uso de chás diuréticos, que fazem desinchar). Mas logo sentem a terrível falta da velha companhia: o prazer que só a comida proibida lhes dá.

Por isso, é importante montar um cardápio com algumas “recompensas” saudáveis para essas pessoas, e lhes dar todo o apoio psíquico necessário.

Tanto as características do primeiro grupo como as do segundo tendem a se cruzar. Um obeso constitucional pode ter problemas psíquicos que o empurrem compulsivamente à comida, enquanto um obeso circunstancial pode exibir certa propensão hereditária, e mesmo biotipo sujeito ao ganho exagerado de peso.

O que realmente difere um grupo do outro é um diferenciador pragmático: um emagrece fácil e rapidamente, o outro não.

Em síntese: controlar a boca e mexer-se mais. Disse certa vez um dietólogo: “A única glândula que produz obesidade é a glândula salivar”. E claro, descontemos aqui as causas hormonais (como o hipotiroidismo), que, comparadas às causas comportamentais, são como uma gota d’água num balde.

A grande causa do aumento de peso reside mesmo na boca. A saúde e a doença entram pela boca- As gordurinhas extras também. Imperceptivelmente.

Ao longo desses anos, tenho ouvido muitos gordinhos afirmarem que comem pouco, e não entendem por que engordam. A explicação é simples. Preocupam-se só com a quantidade, mas se esquecem da qualidade.

Comem, como vimos, “só um pouquinho” de alimentos super calóricos. Uma balinha pode esconder calorias equivalentes a várias laranjas.

Um pacotinho de pipoca pode valer mais que seis pés grandes de alface. Uma fatiazinha de pizza com mussarela pode conter mais calorias que uma travessa inteira de salada de brócolis de que você não consegue “dar conta”.

Certa vez, uma paciente que não entendia por que continuava engordando, pois comia “tão pouco”, acabou confessando que toda noite saboreava um pedaço médio de pizza recheada com presunto.

Para ela, essa não devia ser a causa, pois durante o dia comia quase nada. Contabilizando as calorias que ela ingeria ao longo do dia, concluí que a refeição cia noite assumia a culpa por um terço de todas as calorias ingeridas diariamente, e era realmente responsável pela ultrapassagem do sinal vermelho!

Nesse artigo falamos sobre Causas, Tratamentos, Sintomas, Ajuda e Dicas para Obesidade.

Imagem- fashionbubbles.com

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