Cirurgia de Tratamento para Apendicite- quais são seus riscos

 

 

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Uma vez diagnosticada a apendicite, o paciente deve ser removido de imediato para um hospital, afim de submeter-se à cirurgia de extirpação. Nesse artigo falaremos da Cirurgia de Tratamento para Apendicite e quais são seus riscos.

Procedimento

No hospital, o paciente é levado para a sala de cirurgia, onde receberá a anestesia geral. A anestesia local, empregada muitos anos atrás, só é aplicada atualmente em casos muito raros, devido aos aperfeiçoamentos da anestesia geral.

A incisão preferida pela maioria dos cirurgiões, sempre que a posição do apêndice permite, é a chamada incisão de McBurney.

Para localizar o chamado ponto de McBurney, o cirurgião estabelece uma linha imaginária que vai do umbigo até a espinha ilíaca Antero-superior.

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O ponto de Mckurney situa-se nessa linha, ao fim do primeiro terço, a partir da espinha ilíaca. A incisão de McBurney é oblíqua, mas não acompanha a mencionada linha Imaginária, e sim cruza-a em sentido perpendicular, ou seja, é paralela à linha da arcada inguinal (virilha).

Saber do procedimentos  é muito importante para cirurgia de tratamento para apendicite e quais são seus riscos.

Riscos

Quando se suspeita que o apêndice esteja em localização menos acessível (ou pairam dúvidas no diagnóstico), o cirurgião poderá recorrer à incisão mediana, que consiste num corte vertical feito no meio do abdome, entre os dois músculos retos.

E uma incisão semelhante à que se pratica na operação cesariana, embora bem menor, evidentemente.

Feita a incisão da pele e do tecido adiposo subjacente, começa afluir, pela lâmina do bisturi, o sangue dos pequenos vasos seccionados.

Embora a hemorragia seja pouco abundante, os vasos são imediatamente ligados com pinças e, em seguida, enlaçados por fio cirúrgico.

Dessa maneira, impede-se que o campo operatório venha a ser invadido pelo sangue, o que prejudicaria o reconhecimento das formações anatômicas.

Os dois lábios cutâneos produzidos pelo corte são afastados por instrumentos especiais (afastadores), para deixarem exposta a capa fibrosa (aponeurose) que mantém os músculos abdominais no lugar e impede a sua projeção para afrente.

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Uma incisão na aponeurose expõe os músculos, que são afastados, atingindo-se finalmente o peritônio, membrana que envolve o intestino e outros órgãos abdominais.

Seccionada essa membrana, pode-se ver a superfície do intestino, e a etapa seguinte consiste em localizar o ceco.

Isso nem sempre é fácil, como pode parecer, devido ao diminuto tamanho da incisão. As alças intestinais que aparecem são delicadamente manipuladas com duas pinças sem dentes.

Saber dos riscos é muito importante para Cirurgia de Tratamento para Apendicite e quais são seus riscos.

Cirurgia da Apendicite

A tendência poderá ser determinada também pelas condições do apêndice, decorrentes da inflamação.

Apêndice supurado ou perfurado e a fragilidade excessiva dos tecidos (friabilidade) do intestino ou de órgãos circunjacentes também afetados estão entre as causas mais comuns de aumento da incisão.

Se a inflamação não for muito ampla, o apêndice aparecerá como um pequeno cilindro flexível.

A ponta é pinçada e puxada para cima, o que permite ver o chamado mesoapêndice, prega peritoneal por onde correm vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos apendiculares.

Na base do mesoapêndice aplica-se uma pinça inter ruptora da circulação (pinça hemostática), que se destina a prevenir o sangra-mento da secção a ser frita.

Após essa preparação, o apêndice é enlaçado na base, por um fio cirúrgico, e cortado pouco acima com bisturi comum.

Em seguida, o coto do apêndice é sepultado por meio de um tipo especial de sutura (sutura em bolsa de tabaco).

Emprega-se aí um fio cirúrgico muito fino, com agulha cilíndrica, e não com a triangular (que possui três arestas cortantes).

A razão disso é a’ necessidade de não lesar o ceco. O cirurgião “alinhava ” região que circunda o coto, numa distância de 1 ou 2 cm.

A sutura circular, com cerca de 3 cm de diâmetro, é então amarrada e, com o repuxamento, o coto do apêndice aprofunda-se no interior do ceco.

O sepultamento destina-se a voltar a ponta contaminada para dentro do ceco e evitar aderência do coto, quando este cicatrizar. Assim, previne-se a contaminação de regiões vizinhas.

Nesse ponto, a operação está praticamente terminada. O cirurgião passa,finalmente, a efetuar a sutura dos tecidos seccionados.

Suturam-se o peritônio, os estratos musculares e aponeurótico, plano por plano, em direção à pele.

Esta, por sua vez, é suturada com fio não absorvível e/ou pela aplicação de grampos metálicos chamados agrafes, que mantêm unidos os lábios do corte, para melhor cicatrização.

Os agrafes ou os pontos de fio são retirados quatro ou cinco dias depois.

Nas operações que decorrem normalmente, o paciente volta a si poucos minutos depois de terminada a cirurgia. O período pós-operatório, na grande maioria dos casos, não oferece complicação.

A alimentação pode ser reiniciada dentro de 24 horas, embora a princípio deva limitar-se a líquidos, para não sobrecarregar o trabalho do intestino em convalescença.

Em geral, a alimentação comum pode ser retomada cerca de 36 horas depois de terminada a operação.

Nesse artigo falamos Cirurgia de Tratamento para Apendicite e quais são seus riscos.

Imagem- saude.umcomo.com.br

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