Como são feitas Cirurgias no estômago

Entre as infecções e lesões do estômago e duodeno, somente algumas levam à cirurgia. Quando há possibilidade de tratamento clínico, todos os recursos são empregados.

Sabendo de tal cirurgia tão complicada, nós do vitaminas naturais falaremos Como são feitas Cirurgias no estômago.

Mas, muitas vezes, o caso exige uma intervenção cirúrgica, que consiste na extirpação (ressecção) das partes do estômago atingidas, e reconstrução do trânsito digestivo.

Pode acontecer que se retire quase todo o estômago e uma pequena parte restante (coto) seja ligada diretamente ao intestino.

Na maioria das vezes, porém, é realizada uma cirurgia parcial, com a retirada de 213 até 415 do estômago.

Como são feitas Cirurgias no estômago

A cirurgia é indicada geralmente nos seguintes casos:

  •  traumatismos gastroduodenais, como consequência de contusões tóraco abdominais, ferimentos por arma branca, estilhaços de explosões ou trauma operatório;
  • após a formação de divertículos gastroduodenais – pequenos sacos formados nas paredes dos órgãos e que podem ser sede de processos inflamatórios ou hemorrágicos;
  • úlceras do estômago e duodeno;
  • tumores do estômago, que podem ser benignos (fibromas, adenomas e lipomas) ou malignos (carcinomas e sarcomas);
  • afecções como os cardioespasmos, conhecidos como “mal de engasgo” e que podem ser causados pela moléstia de Chagas, a hipertrofia congênita do piloro e o piloro espasmo;
  • gastrites crônicas resistentes a tratamentos clínicos.

MEDIDAS PRÉ-OPERATÓRIAS

Cerca de cinco dias antes da operação, o paciente é internado. Nesse período, podem ser feitos alguns exames de laboratório, indicados como rotina nas grandes cirurgias.

Com o objetivo de diagnosticar possíveis anemias e infecções que devem ser corrigidas antes da operação,faz-se o exame hematológico completo (também chamado de hemograma), com a contagem de glóbulos brancos e vermelhos do sangue e dosagem de hemoglobina.

O tempo de sangramento (TS) e o tempo de coagulação (TC) também são determinados, para evidenciar possíveis dificuldades de coagulação do sangue, o que acarretaria maior risco cirúrgico.

O exame de urina é indicado para verificar a presença de Infecção urinária, que poderá complicar o pós-operatório.

Identifica-se o tipo sanguíneo e Rh, o que é importante na eventualidade de ser necessária uma transfusão de sangue.

E finalmente, exame de fezes, para verificar a existência de verminoses que deverão ser tratadas antes da operação.

Além desses exames de rotina, o médico poderá pedir outros, como os de raios Ido tórax, eletrocardiograma, dosagem de ureia (avaliação da função dos rins), glicemia (diabete), dosagem de proteínas do plasma (desnutrição).

Na véspera, prepara-se o paciente com dieta leve, laxantes e lavagem intestinal.

As medidas pré-operatórias ajudam a saber Como são feitas Cirurgias no estômago.

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TIPOS DE CIRURGIA

As operações do estômago são bastante variáveis em natureza e extensão, conforme as causas que as determinem e as condições gerais do paciente.

O tipo mais comum é a gastrectomia parcial. Consiste em extirpar 314 ou 415 do estômago e, ainda, a primeira porção do duodeno que está em conexão com o piloro, a “porta de saída “do estômago.

Geralmente. é indicada em lesões benignas do estômago (úlceras) ou lesões malignas (câncer) localizadas. Nesse caso não é feita a simples resseção da lesão, mas também de grande parte do estômago.

Assim, diminui a zona da mucosa gástrica que secreta ácido clorídrico e pepsina, restringindo-se a possibilidade de novas úlceras.

Mas essas substâncias ainda poderão dar origem a outras úlceras, principalmente ao nível das novas conexões: duodeno ou jejuno.

Outro tipo de cirurgia é a gastrectomia total, que pode, ser simples, quando implica apenas a retirada do estômago, ou ampliada, quando, além do estômago, retira-se, total ou parcialmente, esôfago, cólon, baço, grande epíploo, cauda e corpo do pâncreas.

Ambas são utilizadas nos casos de câncer do estômago, e a última, quando o tumor já atingiu órgãos vizinhos.

Em alguns casos em que se quer desviar o trânsito digestivo sem a retirada parcial ou total do estômago, faz-se a gastrojejunostomia.

Essa cirurgia consiste na união do estômago com o jejuno, que é a segunda porção do intestino delgado.

O estômago é suturado à primeira alça do jejuno. A porção do estômago abaixo da nova ligação e o duodeno permanecem, mas sem função digestiva.

O trânsito digestivo realiza-se, portanto, do estômago ao intestino, desviado de seu trajeto normal.

Outra operação, pequena, é a gastrostomia, em que se faz uma abertura da parede abdominal e do estômago, que ficam em comunicação permanente.

Por essa abertura é introduzida uma sonda, que atingirá o estômago afim de alimentar o paciente.

Essa intervenção é realizada nos casos de o paciente ter ingerido substâncias cáusticas que vão produzir um estreitamento (estenose) do esófago, com obstrução total ou parcial, o que impossibilita a alimentação normal.

E indicada, também, nos casos de estenose do cárdia (primeira porção do estômago); como operação preliminar no preparo de doentes que irão se submeter a intervenções no esófago; e, ainda, nos casos de câncer inoperável da faringe, do esófago ou do estômago.

Nesse artigo falamos Como são feitas Cirurgias no estômago.

Imagem-  motivacaoefoco.com.br


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