Dicas, tratamentos e causas da Esclerose Múltipla

À esclerose múltipla intriga os médicos e prova a paciência dos doentes pelo seu modo muitas vezes imprevisível de manifestar-se.

Pode desaparecer por bom tempo, como se estivesse curada (remissão espontânea). Mas pode voltar com vigor renovado. Os sintomas, muito variáveis, chegam a confundir.

Na Medicina convencional não há, ainda, perspectivas muito animadoras. Não obstante, número discreto de casos de pacientes que se submetem a determinadas dietas e tratamentos naturais que relatam bem-estar, provavelmente represente um horizonte de esperança.

Nesse artigo falaremos Dicas, tratamentos e causas da Esclerose Múltipla.

Dicas, tratamentos e causas da Esclerose Múltipla

Para explicar a esclerose múltipla falaremos um pouco sobre o sistema nervoso, que é onde esse distúrbio se sedia.

O sistema nervoso funciona como uma sofisticada central elétrica.

Há inúmeros “circuitos”, ou núcleos nervosos, e um complexo sistema de “fios elétricos”, os nervos, que levam as ordens da “central” a todas as partes do corpo.

Para que tudo funcione bem (do piscar dos olhos aos movimentos dos grandes músculos da locomoção), os impulsos elétricos têm de circular através de limites físicos exatos.

Para “isolar” nossos “fios elétricos”, a Natureza criou um material mau condutor de eletricidade, a bainha de mielina, cuja função é precisamente a de um envoltório protetor, como a capa dos fios.

Na esclerose múltipla, acredita-se que ocorrem lesões na bainha de mielina. Por essa teoria não é difícil entender por que o sistema nervoso entra em “curto perdem-se as

Esclerose múltipla

“capas” dos “fios”, ocorrendo dispersão de energia, com maior ou menor comprometimento das fibras nervosas. Mas o porquê de remissões espontâneas (períodos de melhora) não é explicado por essa teoria.

Estudos ao microscópio mostram lesões na bainha de mielina que variam consideravelmente de tamanho – de alguns milímetros a vários centímetros.

No começo, as lesões têm o aspecto de reação inflamatória aguda, com a mielina parcialmente ou totalmente destruída.

A medida que a doença progride, há degeneração de outros componentes do sistema nervoso, às vezes com envolvimento grave de áreas nobres.

Na fase crônica, pouco a pouco a mielina é substituída por tecido de cicatrização, com progressiva deterioração do sistema nervoso.

A atrofia do nervo óptico, que leva a problemas de visão, ocorre às vezes. Mais raras, verificam-se atrofia de hemisférios cerebrais e de outras partes do sistema nervoso.

Como e quando se manifesta?

Os primeiros sintomas da esclerose múltipla facilmente se confundem com os de outras enfermidades:

  • sensação de cansaço
  • peso nas pernas
  • formigamento nas extremidades
  • distúrbios visuais (visão dupla)
  • perda de equilíbrio
  • tontura
  • mau funcionamento da bexiga
  • lapsos de memória.

As vezes há também dificuldade de falar (disfagia) e tremores musculares (fasciculação).

E muitas vezes um desafio, até para o especialista, fazer o diagnóstico diferencial, isto é, estudar possibilidades, como a de um tumor e certas alterações, neurológicas, e eleger a correta.

E comum que a “fraqueza” ataque principalmente as pernas. Agrava-se a ponto de deixar o paciente na cadeira de rodas.

A sensação de fraqueza é frequentemente acompanhada de reflexos fortes e anormais, espasmos musculares e formigamento. Instala-se a falta de coordenação motora.

O paciente não consegue coordenar a marcha. Há movimentos desencontrados, bruscamente interrompidos, acompanhados de tremores.

A visão torna-se turva. Os olhos se mexem sozinhos. Os pacientes terminais apresentam demência, paralisia generalizada e cegueira.

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Alguns estudiosos dividem em quatro as manifestações da esclerose múltipla, de acordo com a região mais comprometida: encefálica, espinhal, cerebelar e mista.

A espinhal é a mais comum, determinando cansaço geral, fraqueza nas pernas, formigamento, sintomas urinários.

A encefálica produz, entre outros sintomas, comprometimentos mentais e sensoriais. A cerebelar leva a distúrbios do equilíbrio e tonturas. A mista, mais grave, soma duas ou todas as formas de que falamos.

A gravidade da doença varia muito de pessoa para pessoa. Alguns exibem apenas sintomas passageiros de certas disfunções nervosas, como formigamento, cansaço e dificuldade de caminhar.

A recuperação é total, e o paciente às vezes nem imagina que o seu problema é esclerose múltipla, prosseguindo com as atividades normais. Mas há casos muito severos, em que o paciente se torna totalmente comprometido.

Ao contrário do que se pensa, a esclerose múltipla não é “doença de velho”, mas ataca muito comumente entre os 20 e 40 anos, na fase mais produtiva da vida, criando grande constrangimento para o doente, que se vê impossibilitado de levar vida normal.

Afeta igualmente homens e mulheres, ocorrendo mais raramente em crianças e anciãos.

Quanto à distribuição geográfico, é mais comum nos locais frios e menos nos países tropicais, diminuindo de incidência à medida que nos aproximamos da linha do Equador.

Essa curiosa distribuição levou alguns pesquisadores a sugerir alguma relação entre biodisponibilidade de vitamina D e esclerose múltipla.

Há quem recomende, no tratamento, suplementos dessa vitamina, juntamente com cálcio. Mas não é conveniente usá-los sem acompanhamento médico.

Os períodos intermitentes e às vezes imprevisíveis de melhora e piora são a marca registrada da esclerose múltipla.

Há casos insólitos (para não dizer dramáticos) de pacientes que, mal conseguindo andar com muletas, começam a melhorar rapidamente, sem qualquer providência especial, para voltarem a caminhar quase normalmente dentro de semanas ou meses.

Quando imaginam estar “curados”, o mal-estar inicial reaparece, e os sintomas indesejáveis vão voltando um por um, até que, para desespero do sofredor, tudo fique como antes, ou mesmo pior!

Como a tendência é que as lesões nervosas se ampliem, os períodos de melhora se vão tornando cada vez mais curtos e raros.

Conselhos

A esclerose múltipla costuma atacar na fase mais produtiva da vida. Ao ver ameaçado seu futuro, é comum que o paciente entre em depressão.

Por isso, apoiar psíquica e espiritualmente o doente reveste-se de importância vital. Ao administrar-lhe o tratamento, deve-se sobretudo animá-lo.

O poder da atitude mental na melhora do prognóstico de doenças degenerativas, como a esclerose múltipla, é surpreendente.

O paciente acamado precisa de cuidados adicionais. Como é, muitas vezes, difícil mover-se, é preciso cuidado para prevenir escaras, ou feridas ocasionadas pelo atrito do corpo com a cama ou a cadeira.

Sugestões naturais para a esclerose múltipla

Depois do que acabamos de explicar, não é difícil entender por que os especialistas questionam todo e qualquer tratamento para a esclerose múltipla.

Quando o doente afirma sentir-se melhor com determinada terapia (e é isso o que ele ansiosamente procura), os experts dizem que não foi o tratamento, mas uma remissão espontânea. Preferem não acreditar.

E é difícil, realmente, garantir que o paciente melhorou como resultado de certo tratamento.

No mundo das terapias naturais, há relatos de que a “remissão espontânea” é mais assinalada, e os períodos de “piora” se tornam mais raros e brandos. Isso pode ser significativo.

Há razões para apostar nas possibilidades do tratamento natural, que proporciona bem-estar à medida que desintoxica e restaura o equilíbrio funcional.

Pacientes de esclerose múltipla vêm reagindo favoravelmente a um estilo de vida natural, que pelo menos lhes proporciona melhor qualidade de vida.

Nesse artigo falamos sobre Dicas, tratamentos e causas da Esclerose Múltipla.

 Imagem- remediodaterra.com.br

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