Por que Ficamos Doentes? Causas das Doenças e Como Evitá-las

Não é obra do acaso nem capricho do destino. Doença é a “disciplina” que a Natureza ofendida impõe ao “delinquente”. São essas leis que respondem pela estabilidade do macro e microcosmo, preservando a ordem, prevenindo o caos e perpetuando a vida. Por que ficamos doentes? Quais são as principais Causas das doenças?

Nosso estilo de vida é, em muitos aspectos, franco desafio às leis naturais que regem o funcionamento de nossa máquina biológica. Por isso o condenamos como principal culpado por nossos problemas de saúde.

Diz antigo provérbio que somos os arquitetos do nosso destino. Também somos, em grande parte, os “criadores” de nossas doenças. E verdade que a herança determina, até certo ponto, nossas características psicofísicas.

Doenças Hereditárias?

Herdamos constituição “fraca” ou “forte”. Podemos ser, por exemplo, hereditariamente propensos ao diabetes melito. Alguns têm seu aparelho digestório mais vulnerável, enquanto o aparelho respiratório de outros é particularmente sensível. Cada um tem seu “ponto fraco”, no corpo e na personalidade.

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O que desejamos frisar, todavia, é que muitas tendências herdadas para doença não precisariam manifestar-se caso tivéssemos certos cuidados. Outrossim, a maioria de nossos problemas de saúde não apresenta como principal causa a suscetibilidade hereditária, mas é conseqüência de disfunções adquiridas.

Somam-se, então, no quebra-cabeça de causas de qualquer enfermidade, as “tendências” que herdamos de nossos antepassados às agressões do nosso modo de vida. Porém, quando evitamos o segundo fator (agressões do estilo de vida), a tendência hereditária poderá manter-se adormecida e nunca se manifestar.

 

Alimentação – Causas de Doenças

A alimentação errada figura como uma das mais poderosas causas de doença, particularmente doenças crônicas e degenerativas, as mais assassinas. No entanto, a dieta inadequada é reconhecidamente fator de queda da capacidade imunitária.

Tanto os excessos como as deficiências nutricionais podem acarretar queda de resistência. Fala-se muito em desnutrição como fator de enfraquecimento imunitário (e este é ponto pacífico), enquanto os excessos e os abusos são esquecidos.

A dieta baseada em quantidades liberais de açúcar, frituras, massas refinadas, lanches ligeiros, carnes, bebidas e laticínios, hoje muito comum, oferece múltiplos perigos à saúde.

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Os Excessos…

Os nutricionistas culpam o excesso de sal, açúcar, gordura e proteína animal, e a deficiência de fibras e certos oligoelementos pela preocupante taxa de incidência de enfermidades degenerativas, como câncer e aterosclerose.

Contudo, não é só no eixo dos excessos e deficiências que reside o perigo. O assunto da alimentação é muito complexo. Há erros críticos no hábito alimentar, que vão da qualidade à quantidade, passando pela harmonia (combinação e proporção de alimentos) e adequação (adequar a dieta ao indivíduo, sua atividade, o clima onde vive etc.). As pessoas não sabem comer.

Confundem o ato de comer com um mero ato de “prazer”. Costumam levar em conta somente o lado gastronômico. Claro que se deve comer com prazer, mas, sobretudo, é preciso considerar as implicações nutricionais e físicas do alimento.

Quando sei que determinado alimento me faz mal, a atitude sensato é evitá-lo, ou substituí-lo por outro inofensivo. Mas não é assim que muitas vezes agimos. Insistimos em comer o “alimento-bomba”, sem pensar nas conseqüências. E isso não se aplica a um só alimento, mas a um conjunto deles, inseridos num contexto muito pessoal, que é o hábito alimentar. Sempre que se perguntar “Por que Ficamos Doentes?” lembre-se dos pequenos excessos diários.

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Dieta e saúde

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O que comemos, talvez seja um dos pontos chaves na resposta para a pergunta “Por que Ficamos Doentes?”.

Lamentamos, contudo, que preocupante número de pessoas de todas as classes comete verdadeiro suicídio pela alimentação, sem que disso tenha consciência. Já ouviram falar alguma coisa, já leram algo a respeito, mas as idéias parecem desencontradas. Além do mais, os médicos, que deveriam ajudar a esclarecer o assunto, quase nada falam sobre a relação entre dieta e saúde.

A mídia lança um conceito espetacular de dieta em que, obviamente predomina o interesse comercial. A maioria dos alimentos que encontramos no comércio está ali por motivos puramente comerciais.

Não fazemos ideia da perigosa quantidade de substâncias prejudiciais à saúde que ingerimos todos os dias. Quando ficamos doentes nunca responsabilizamos a comida, que pode, em muitos casos, concentrar a maior parte da culpa.

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Dietas sem regras podem causar doenças?

Por isso, queremos despertar a atenção dos leitores para os grandes riscos que rondam sua dieta. Certa vez, disse alguém que “sobre gosto não se discute”. Sabemos que o gosto das pessoas acha-se hoje pervertido, e o que se chama “dieta normal” é, na verdade, dieta monstruosamente ofensiva.

E no mínimo constrangedor entrar em questões circunscritas à privacidade do indivíduo. “Quem escolhe minha comida sou eu” – é o modo simplista como muitos põem fim a eventuais perplexidades sobre o assunto. Não é fácil convencer alguém a mudar seu hábito alimentar, sedimentado ao longo de décadas, influenciado por caprichos pessoais, ditado pela tradição cultural e familiar.

É difícil mudar de hábitos… mas vale a pena tentar!

Pisamos sobre ovos, pois o paladar é ponto hipersensível no comportamento humano. Mas não deliberamos assumir o papel de “desmancha-prazeres”.

Sua comida pode até ganhar reputação de inocência. Sua alimentação, que abrange o conjunto de hábitos dietéticos (mastigação, uso de sal, molhos e temperos, comer entre as refeições, atração por salgadinhos e guloseimas, festas e reuniões sociais, comes e bebes etc.).

Isso pode não aparentar qualquer ameaça importante, mas, com certeza, todos os seus problemas de saúde, que tolhem sua produtividade e afetam seu estado de espírito, têm algo a ver, muito a ver, com sua dieta.

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Mesmo que você se considere “homem de ferro”, para quem nada faz mal, saiba que a ação da má comida é insidiosa como o cigarro. Pare e pense nisso quanto antes. E tome uma atitude para o bem do patrimônio mais precioso: sua saúde.

 


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